Pular para o conteúdo principal

Sushi Hiroshi

Comer sushi, para mim, geralmente é sinônimo de rodízio. Veja bem, cada unidade é muito pequena, leve e saudável demais para o meu apetite. Os combinados custam os olhos da cara e mal servem para enganar meu estômago, então, se é pra ter um preju, que seja para comer como se não houvesse amanhã.


O Sushi Hiroshi é um dos únicos que eu gosto muito e vou feliz, mesmo não tendo rodízio. Essa preferência se deve pelos pratos fartos e/ou pelos sushis bem feitinhos. Até existe algo parecido, o menu degustação que é servido no balcão diretamente pelo sushi man, mas a minha síndrome de pobre me faz até ter vergonha de perguntar o preço.


Às vezes o atendimento complica o caminho entre o seu estômago e os peixinhos que comerei. Uma vez foi tão ruim, mas tão ruim, que nem pagamos os 10%. É importante chegar no começo do horário do almoço ou janta porque geralmente há fila de espera, pois o recinto possui 2 andares que não são tão espaçosos assim. Aliás recomendo, se possível, as mesas que ficam em "salinha" na parte esquerda do piso superior. Além de serem mais confortáveis, também foi onde encontramos menos problemas com as atendentes.

Toalhinhas quentes é o que há, impõe muito respeito
Independente do atendimento, a comida está sempre ótima. Pedimos de entrada os clássicos gyozas e o Kaisen salada, que são fatias de peixe branco bem fininhas temperadas com azeite, limão, cebolinha, gengibre e shoyu. Adoro peixes bem fatiados, temperados desse jeito então, minha nossa! Daria para comer um prato inteiro sozinha fácil!
Dica da minha irmã: enrolar a fatia de peixe em volta do gengibre para senti-lo só de leve, sem correr o risco de parar no teto por causa do gosto forte.



Entre os pratos principais, já pedimos (ou, em alguns casos, pedimos sempre):
• Tempura Udon: servido em tigelão tamanho família. E o que eram aqueles camarões rechonchudos e fritos? Aiai;


• Temakis de salmão: minha irmã havia pedido apenas para completar o tanque junto com o combinado de salmão, mas eles eram enormes e no fim ela saiu rolando muito;


• Combinado de sushi de salmão: composto por 4 uramakis skin (sushis só com gohan em volta e salmão skin no meio); 4 zequinhas (sushis enrolados no salmão e com salmão temperado em cima); 5 niguiris (bolinhos de gohan com fatias de salmão em cima) e 6 shakemakis com cebolinha (para mim o nome deles é hossomaki, que são sushis com diâmetro menor, nori em volta e recheados, neste caso, com salmão e cebolinha). Todos muito bem preparados, com peixe de qualidade, muito, muito bom;


• Teppan de salmão: que tinha uma camada de shimeji feliz por baixo, acompanhado de gohan,missoshiro e legumes que não me interessavam. Parecia ter o peixe gordo e inteiro no prato! Pegaram a parte mais rechonchuda do bicho, estava bem temperado e grelhado. Coroando com chave de ouro, ainda havia um molho à parte, que eu não sei do que era feito, mas era sen-sa-cio-nal. É tanto peixe que pedimos para levar o que restou para viagem, comemos no almoço do dia seguinte e ainda sobrou.


Infelizmente (ou felizmente, considerando a saúde da minha conta bancária) fica bem longe de onde eu moro ou trabalho e mesmo assim ainda fica um pouco afastado das avenidas, um tanto quanto escondido. Para ir de vez em quando, vale muito a pena! Reclamo da grana, mas pelo que se come, também tem um bom custo-benefício.

Ficha feliz:
  • Satisfação da gordinha: saiu rolando feliz, cheia de peixinho até a cabeça
  • Preju: na última visita saiu uns R$40,00 por pessoa. O gyoza foi R$13,00; o kaisen salada R$24,00; o combinado de salmão R$48,00 e o teppan de salmão com shimeji R$53,00
  • Unidade visitada:
    • Rua Capitão Manoel Novaes, 189
    • (11) 6979-6677
  • Horário de funcionamento:
    • Segunda, terça, quinta e sexta, das 11:30 às 14:30 e das 18:30 às 23:15
    • Sábado, 12:00 às 15:00 e das 19:00 às 23:15
    • Domingo: 12:00 às 15:00 e das 19:00 às 22:30
  • Lotação: 100 lugares
  • Formas de pagamento: aceita tudo, até Amex e VRs

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Receita: Chá de Pobá

Era para ser divertido e gostoso... mas não foi bem assim. Estragamos muita coisa, arriscamos muito e no fim... eu nem gosto de pobá no chá porque aquelas bolinhas me dão nervoso, haha. Ainda acho mais fácil comprar pronto na Liberdade mesmo! 

Nível de dificuldade: médio, se a gente soubesse das instruções antes Porção: com o que sobrou do que deu certo, 4 copos grandes 
Ingredientes: 1 xícara (chá) de bolinhas de tapioca 2 xícaras (chá) de água 1/4 de xícara (chá de mel)1 xícara (chá) de açúcar mascavoLeite, creme de leite ou leite condensado à gostoChá preto forteAçúcar, mel ou frutose para adoçar
Modo de preparo simples: Cozinhe as bolinhas de pobá e reserve. Enquanto isso aqueça a água e acrescente o mel e o açúcar mascavo. Deixe a mistura esfriar e jogue as bolinhas. Monte em um copo as bolinhas coadas, o chá, o leite, o gelo e adoce à gosto. 
Modo de preparo com dificuldades da vida:  A únicas bolinhas que encontramos para vender na Liberdade eram branquinhas (na Casas Bueno, não est…

Outback

Siiim! Finalmente um post sobre o lendário Outback, diretamente da minha unidade favorita! Wow, comecei o ano escrevendo muita coisa que estava devendo para minha consciência gordinha, que alegria!
Sei que o lugar dispensa apresentações: bacanudo, atendimento eficiente, comida boa e engordativa, filas insanas e a conta um pouco salgada. Mas acho que vale muito a pena reforçar tudo isso, além de expor algumas técnicas de sobrevivência que nunca caem de moda, aiquifodis.

A primeira delas é tentar chegar lá o mais cedo possível e com metade das pessoas que se sentarão com você presentes. Se algum destes itens faltar, é sentar e esperar, e muito. Em minha última visita, fui com a minha irmã e sobrinha um pouco depois que a casa abriu para o jantar em uma terça-feira, às 17:45. Às 18:30 resolvemos olhar um pouco a nossa volta e todas as mesas estavam ocupadas, é coisa de louco.


Começamos os trabalhos pedindo os clássicos Iced tea, servidos em caneconas estilosas (cujo modelo mudou desde o…

Doces Dulce

Mais uma dica de bairro feliz na área. Este vale a pena porque, pelo menos aqui em casa, a gente tinha um problemão para encontrar docinhos de festa de qualidade e em quantidades menores que 100. Geralmente os lugares ou pessoas só fazem muitos para festas e buffets e às vezes, justamente por causa da quantidade, não são tão gostosos. Para piorar, minha família não é muito grande e a gente também tem vontade de comer essas coisinhas sem ter um motivo de comemoração específico.


Em uma ruazinha meio escondida, apagada por causa de um supermercado que fica em frente, encontra-se um mini paraíso do doces felizes, o Doces Dulce. Olhando para a fachada ninguém dá nada, mas logo na entrada você é recepcionado por várias bandejas de doces gritando "Eu! Me leva! Uhul!".


O preço delas varia pouco (de 9 a 10 mangos de puro deleite) e tem brigadeiro, beijinho, cajuzinho, camafeu, quindim, olho de sogra, queijadinha, trufas, bombons e outros que eu nem sei o nome. Algumas são mistas e, c…