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Mostrando postagens com o rótulo Comida Armênia

Esfiha do Naha

Numa bela tarde paulistana de frio e tempo nublado, resolvi levar a namorada na biblioteca que eu adorava frequentar na infância, a Narbal Fontes.  Chegando lá, mas que vergonha, estava fechada (#chatiados) mas pelo menos encontramos essa belezura de esfiha pra compensar! A loja fica numa rua pequena, não é exatamente fácil de achar. Até dá pra visitar se você for aventureiro e descer na estação Santana do metrô.  O lugar em si é bem simples, e parece mais focado em entregas a domicílio. Mas gente, a esfiha... Todo bom paulistano conhece e curte esfiha (obrigado sírio-libaneses!). Habib’s só virou mania nacional porque se deu bem aqui, onde começou. E sempre tem alguém pra te dizer “ai, não come aqui ou ali, vai nessa esfiaria aqui que é muito boa”. A Esfiha do Naha é tipo isso, elevado à enésima potência. Comecei com um kibe assado com nozes. O negócio era de explodir cabeças de tão saboroso. Depois experimentamos quatro sabores de esfihas: carne com horte...

Marach

O Marach foi um dos poucos restaurantes que eu passava pelo lugar em reformas e ficava na expectativa de como seria. Isso porque é perto de onde trabalho e meu amigo, que é descendente de armênios, também botava muita pilha. Não me lembro porque, mas demoramos um pouco para irmos lá pela primeira vez... e depois disso sempre que temos um tempo vamos lá para comprar uma esfiha ou duas, pelo menos! A esfiha aberta de carne deles é sensacional, carne bem temperada e cozida em forno de pedra, segundo nos informaram. Faz sentido, elas chegam no balcão por um elevadorzinho que fica em uma coluna próxima, mui chique. O tamanho também é bem generoso, parece até uma mini pizza. Das fechadas eu simplesmente a-do-ro a de chancliche , uma espécie de ricota que pode ser preparada de muitos jeitos. Neste caso, ela acompanha pedacinhos de cebola, tomate, temperinhos e um toque de pimenta que é tão leve que nem me incomoda. Ah sim, todas elas são feitas na hora! Outra coisa bem moderna é...